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Outono
2007 |
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| Procedimento
de Consulta |
Atender on line
é quase a mesma coisa que
atender presencialmente. Até
no agendamento. Essa semana decidimos
escrever um pouco sobre esse momento
tão importante da consulta:
os acertos finais.
Quando uma pessoa procura atendimento
de Tarô deve reparar em suas
próprias expectativas para
não se estressar desnecessariamente.
Estamos atendendo há anos,
com Tarô, on line. Somos um
dos pioneiros nesse serviço,
portanto, o que oferecemos é
qualidade no serviço, sigilo,
respeito e (claro!) profissionalismo.
Se um consulente nos procura como
se procurasse uma loja de roupas
está equivocado. Assim como
no trabalho presencial, o virtual
requer esclarecimentos, porém
o serviço em si não
se trata de atividade comum, corriqueira.
Por exemplo: se uma pessoa quer
que ofereçamos garantia de
serviço, está procurando
o serviço errado, pois garantias
quem oferece é relojoeiro.
Não vamos mentir aqui, nem
em nossa proposta: garantir qualquer
coisa é se comprometer com
o engano. Não somos deuses,
nem gurus, tampouco videntes…como
podemos garantir que o que o cliente
deseja vá se realizar? O
mesmo acontece com pessoas que esperam
obter serviço gratuito, reclamam
do preço, do tempo ou esperam
que “acertemos seu passado
e demos certeza de seu futuro feliz”.
Sempre pedimos para que os interessados
LEIAM o material disponível
no site sobre nossas consultas para
saber o que está solicitando
e se deseja mesmo fazer tal solicitação.
Não é porque somos
pioneiros no serviço que
vamos oferecer ilusão ou
mentira.
Portanto, se você deseja fazer
uma consulta, lembre-se que não
se trata de um serviço “fast
food” no qual o comportamento
que teria num supermercado deve
ser repetido conosco garantindo
assim seus direitos e se certificando
de que sua felicidade depende de
irritação, bate-boca
ou mesmo stress. Trata-se de uma
consulta, que abordará você
mesmo(a), esclarecerá o momento
presente ( concorde você com
esse momento ou não) e como
tudo na vida, depende MUITO de suas
atitudes, postura e preparo para
ser mudado,melhorado ou compreendido.
Livre-arbítrio é de
todos – faça bom uso
dele!
Para conhecer nossos artigos sobre
atendimento, clique
aqui.
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Reflexões com
o Tarô - O Enforcado/Pendurado
- Quarta Parte - 4/6 |
Agora
adentraremos em Arcanos considerados
por muitos (infelizmente) desfavoráveis.
Na realidade não se tratam
de cartas ruins ou que carregam
consigo características desagradáveis,
mas de conceitos profundos freqüentemente
julgados preconceituosamente por
quem assim os interpreta.
Novamente faremos trabalho paralelo
com 5 lâminas, preferencialmente
1 carta a cada dia (no mínimo)
com o intuito de maior absorção
e vivência da mesma. A introdução
dessa análise ficará
por conta do receio que temos de
sentirmos dor e acabarmos por sofrer
sem necessidade.
No decorrer da vida, em nossa experiência,
passamos por situações
difíceis e não as
ultrapassamos. Isso faz com que
passemos por ela novamente, quantas
vezes for preciso, até compreendermos
a lição e ultrapassarmos
de uma vez por todas o obstáculo.
Inicialmente esse fato acarreta
sofrimento e com o tempo nos tornamos
conhecidos dele. O curioso é
que, ao adentrarmos novas situações
ou ao menor sinal de transformações,
entramos em pânico, com o
medo de sentirmos dor. E geramos,
dentro de nós mesmos, um
preconceito em relação
à dor e uma aversão
sem tê-la ao menos, experimentado.
Na maioria das vezes o que conhecemos
é sofrimento e não
dor. A dor é sentir os processos
conscientemente, levando-nos ao
aprendizado. O sofrimento é
agonizar durante os processos, isso
não nos leva a nada. A dor
faz parte da transformação,
o sofrimento não.
Da mesma forma que ao ter os primeiros
dentes nascendo uma criança
sente dor; semelhante à lagarta
que luta para sair do casulo e transformar-se
em borboleta, assim é a dor
existente em certos processos da
vida.
O sofrimento não precisa
estar contido neles. Por isso, na
hora de tentarmos impedir um processo
evolutivo, devemos sempre pensar
se não estamos evitando a
dor natural e trocando-a pelo sofrimento
desnecessário. A dor do abandono
do passado vale a alegria de poder
viver o presente livre e mudar o
futuro. O sofrimento não
permite movimento, não traz
projetos e nem planos. Apenas constata
a perda... nada mais.
Um homem que se encontra amarrado
pelos pés e não demonstra
intenção de mudar
esta situação. Denota
a inércia presente em nossa
vida, quando nos atamos à
situação e não
encontramos soluções
ou mesmo quando nos achamos evoluídos
o suficiente para não precisarmos
fazer mais nada. Para sair dali,
basta um movimento, e deve ser feito
pelo espírito.
Refletindo:
Seria o desânimo uma desculpa
para não lutarmos pelas nossas
crenças?
Todos os momentos são favoráveis
a ação?
Comparativamente aos demais, nos
achamos cômodos para não
precisar mais ouvir e aprender?
Estamos exatamente como queríamos
estar?
O que significa estagnação?
Seqüência das Cartas
já analisadas:
Primeira Parte
- O
Mago / A
Papisa / A
Imperatriz / O
Imperador / O
Papa
Segunda Parte -
Os
Enamorados
Terceira Parte
- O
Carro / A
Justiça / O
Eremita /
A Roda / A
Força
Quarta Parte -
O Enforcado
Próximo Arcano -
A Morte
Reflexão
com o Tarô por Kelma Mazziero.
Para um melhor aproveitamento leia
também "Afirmações
com o Tarô" - Clique
Aqui
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para um amigo essa matéria |
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| Tarô
Virtual - Orkut |
Comunidade
pra visitantes, clientes e alunos
do site Tarô Virtual, e destinada
também aos estudiosos, pesquisadores,
profissionais, interessados ou curiosos
sobre Tarô.
Um espaço virtual pra debater
e explorar novos conteúdos,
esclarecer dúvidas, e de preferência
não criar discussões,
mas sim utilizar como acréscimo
de informações e conhecimentos.
Atualmente temos um site bastante
visitado, com propostas pioneiras
e inovadoras, portanto quisemos marcar
presença no Orkut para quem
gosta de participar das comunidades
sobre essa linguagem cada vez mais
propagada: a linguagem do símbolo!
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