Uma mulher, serena, segurando
em uma das mãos uma balança
e na outra mão um espada.
Trata-se da justiça, aquela
que não precisa dos olhos para
ver, mas sabe usar sua imparcialidade
magistralmente.
A balança que pesa os valores
e as medidas, também a moral
e as condutas (posturas sociais e
internas) e a espada que a auxilia
na defesa, nunca no ataque.
Enquanto vê a tudo e a todos
mantém naturalidade e serenidade
para não causar conflitos ou
julgamentos desnecessários.
Nesse momento vale analisarmos como
andam nossos olhos: os físicos
e os da alma.
Um não deve andar sem o outro,
mas mostrar tudo para que não
haja parcialidades, injustiças
ou
julgamentos nossos e alheios.
Os olhos externos influenciam os olhos
da alma?
Como temos lidado com as armas que
temos?
Como anda nosso modo de agir com a
sociedade?
As regras morais ditam nossa conduta
com limite?
Devemos julgar?
Reflexão
com o Tarô por Kelma Mazziero.
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também "Afirmações
com o Tarô" - Clique
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